25 de abril de 2013

@balnearios_femininos.pt


Toda a razão do Mundo em satirizar semelhante tema numa peça de teatro, minha querida Marta Gautier! E que espirituosa…
Qualquer Mulher gosta dessa fonte inesgotável de sensação de bem-estar que o exercício físico nos dá e, para além disso, apreciamos a comodidade e as boas instalações que nos são "oferecidas" nos balneários. 
Saímos de lá super arranjadas, porque assumimos publicamente que ser vaidosa não é defeito, é feitio!
Mas quem frequenta ginásios, percebe bem a montanha de mulheres “estranhas” que por lá andam! Há dias em que parece que os balneários femininos estão minados por uma espécie de gueto do metro de Londres!
Existem Mulheres cuja principal utilidade que dão ao balneário é a de se exibirem, umas; e a de se invejarem, outras!
Adoro ser Mulher, mas há umas tantas impossíveis! Haja paciência! Ouvem-se os sussurros mais fúteis sobre os mais ínfimos pormenores. Desde o elástico do cabelo a condizer ou não com os atacadores dos ténis…! Agora imaginem tudo o resto…mas tudo o resto mesmoooooo…
Tantas “Evas do tempo de Adão”, sempre prontas a dar a sua dentadinha na colega do lado! Da outra maçã, a original, claro que as mais "desbocadas" também aproveitam para falar disso...pois! Eu cá não sei...nem quero saber! 
Mas, definitivamente, aquele tipo de Mulheres que se encontram no balneário e que considero ser das menos suportáveis  são as que circulam tão à vontade, tão à vontadinha…que passam directamente da zona do duche para a dos secadores e... ups...esqueceram-se da dita toalha!
Enfim, claro que somos todas iguais…ou nem por isso, acho eu!!!! O que incomoda é a falta de pudor e de educação! Ao menos um fio dental para secar o cabelo! Que prática de nudismo em clube privado tão incrivelmente descontraída…"Espelho meu, espelho meu..."

15 de abril de 2013

Diz-me com quem andas, dir-te-ei que cão és




A responsabilidade assumida por cada um pela “educação” do seu cão é determinante para a formação da “personalidade” da criatura, pois um ser vivo que entra em casa acaba sempre por ser uma projecção de nós enquanto pessoas.
Claro que há a considerar sempre o outro lado, o da “natureza do animal”, bem sabemos que os seus reflexos comportamentais instintivos podem ser surpreendentes.
Não são raras as vezes que ouvimos dizer que um cão de determinada raça (regra geral, potencialmente perigosa!) ataca de forma inesperada uma pessoa, ferindo-a com muita gravidade, nalguns casos até levando-a à morte!
Acho sempre estranho, à partida, que os donos desses cães não conheçam muito bem que espécie estão a criar! 
A raça escolhida pelo dono muitas vezes denuncia o que o mesmo espera da atitude do seu cão e conhecem-se perfis distintos.
Ainda assim, prefiro julgar que se tratam sempre de episódios negligenciados pelos donos ou que são por si imprevisíveis quanto ao momento e dimensão do ataque.
Interrogo-me sobre a existência de lutas “bárbaras” entre cães, fomentadas e patrocinadas pelos próprios donos, sobre as quais não pretendo tecer quaisquer comentários!
A minha abordagem recai tão somente na existência de petições na internet para que o cão “enraivecido” não seja abatido depois de um ataque!
Que loucura!!!!! Acho inacreditável! Se o cão foi altamente violento e perigoso e se atentou contra uma vida humana...para quê dar-lhe outra chance?!
 "Um cão que nunca fez mal durante anos e atacou é porque teve algum motivo" -argumentam os defensores! Isto é justificação?! Dá-se ao cão o direito de ter um motivo?!
E ainda se sugere que o cão faça reabilitação ou seja treinado depois de ter causado a morte a alguém?! A um bébé, por exemplo? Desculpem, fico perplexa! Se me falarem da ideia de treino para prevenção, não podia estar mais de acordo. Mas como opção subsequente, nunca!
Só falta pedirem dinheiro para a construção de um parque de saúde para os ditos "bichinhos"!
Considero a assinatura de petições como esta completamente aterrorizadoras!
Lamento, sem querer ter uma visão redutora, mas considero as pessoas que as subscrevem tão perigosas e perturbadas quanto o cão! Ou absolutamente desprovidas de afecto humano, talvez!
Eu seria incapaz de abandonar ou de maltratar um cão ou outro animal, mas um cão não pode ser tratado como “gente”, porque efectivamente não o é! Não tem essa condição! É um animal irracional na sua base. Isto sem querer menosprezar a essência da maioria, tendencialmente meiga e dócil!  
A minha pergunta é a seguinte: E se as vítimas fossem os vossos filhos? A vossa Mãe ou o Vosso Pai, indefesos? Ou vocês mesmos? Fariam festinhas ao cão? E quereriam que o cão, coitadinho, fosse submetido a um tratamento porque sofria de ansiedade ou de algum tipo de “stress pós-traumático”?!
Ora aí está um assunto sobre o qual estou a ser certamente menos “tom pastel”, mas aqui quero mesmo ter uma cor bem viva e definida. Totalmente em desfavor destas petições!
Que me desculpem os cães (que até nem têm culpa, verdade!) mas, por mim, comportando-se de forma tão agressiva, seguiriam viagem bem depressa para Marte! Temos pena…